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TI para o mercado financeiro: confira 5 tendências de blockchain

Ao lado de outras tecnologias disruptivas,  como a inteligência artificial e o machine learning, o blockchain vem crescendo e ganhando força e espaço em vários segmentos. Quando se fala em tecnologia para o mercado financeiro, essas ferramentas emergentes aparecem como facilitadoras e impulsionadoras da transformação digital.

Contudo, as opiniões dos interessados no tema ainda divergem muito. Enquanto alguns apostam alto no potencial da moeda, outros se mantêm com os “pés no chão” aguardando o que está por vir.

De todo modo, o fato é que a TI para o mercado financeiro está avançando rápido e as perspectivas são mais do que positivas. Segundo relatório da Dimension Data, provedora de serviços gerenciados e integradora de tecnologia global, em 2019, a transformação digital finalmente se tornará uma realidade, e, claro, o blockchain tem participação nesse processo.

O cenário é animador e para aproveitar os recursos integralmente é preciso investir também em segurança da informação. A seguir, confira as principais tendências que envolvem a moeda e devem se confirmar ao longo deste ano. Ainda há muita coisa por vir.

1. Evolução da escalabilidade e performance

Embora exista uma alta expectativa em relação à moeda, é preciso lembrar que as próprias plataformas e tecnologias subjacentes ainda estão em fase de desenvolvimento.

Um blockchain público, por exemplo, tem capacidade de processar de 15 a 20 transações por segundo e TI para o mercado financeiro exige muito mais.

Por isso, as previsões dão conta de que os avanços em escalabilidade e performance já começaram agora e devem se concretizar em dois ou três anos. As soluções de escala, como cadeias laterais, já estão se mostrando promissoras.

A escalabilidade é o principal obstáculo que a plataforma precisa superar. Os desenvolvedores precisam criar aplicativos que resolvam desafios de negócios do mundo real.

Como a ferramenta segue em desenvolvimento, sendo experimentada por líderes de diferentes segmentos, o desafio é mantê-la sob controle enquanto o mercado evolui.

Resolvida a escalabilidade, será preciso lidar com outro desafio. Afinal, como escalar a tecnologia mantendo sua descentralização?

2. Mais sinergia com a Internet das Coisas (IoT)

De acordo com previsões da Juniper Research, a expectativa é de que o número total de sensores e dispositivos conectados à internet das coisas (IoT) salte de 21 bilhões em 2018 para 50 bilhões até 2022.

Em um ritmo constante de crescimento, a IoT já busca outras ferramentas para dar suporte ao seu serviço. E a tecnologia blockchain aparece como uma possível facilitadora. Com alta segurança da informação e automatização da troca de dados, a plataforma tem potencial de melhorar o serviço e impulsionar as vendas. A tecnologia também é benéfica para essas indústrias, pois possui uma estrutura segura e automatiza a troca de dados.

Segundo relatório da International Data Corporation, muitas empresas de IoT irão incorporá-lo em seus produtos. A IDC prevê que 20% das implantações de IoT terão esse serviço instalado até 2019.

3. Adoção massiva de blockchain

Com tantos benefícios e novas possibilidades, a plataforma vem sendo incorporada como estratégia, inclusive na TI para o mercado financeiro, em muitas organizações.

De acordo com a Pesquisa Global Blockchain, da Deloitte de 2018, 40% dos entrevistados relataram que sua organização investirá US$ 5 milhões ou mais na  tecnologia em 2019.

Isso porque, segundo 74% dos entrevistados, eles acreditam que essa tecnologia tem, de fato, potencial para trazer muitas vantagens e fortalecer a empresa na jornada rumo à transformação digital.

Um case de sucesso é assinado pela IBM. A empresa criou um sistema blockchain que permite que startups e desenvolvedores criem aplicativos descentralizados.

À medida que mais empresas se movimentam, buscando as tecnologias emergentes, aumenta também a energia focada no desenvolvimento e na incorporação destas ferramentas por empresas de vários segmentos. A tecnologia para o mercado financeiro também ganha novas opções e sai fortalecida.

4. Uso na gamificação

Quando se destaca a aplicabilidade da plataforma não é à toa. Com alto potencial e versatilidade, o blockchain pode fazer a diferença na estratégia da TI para o mercado financeiro assim como faz para empresas de games.

Atualmente, as startups de jogos já estão usando tokens criptográficos e lançando vários serviços relacionados a videogames baseados nessa tecnologia. A exemplo da Bountie, de Cingapura, que trabalha na construção de uma plataforma que dará aos jogadores recompensas, ​​em formato de criptomoedas, pelo tempo que gastam focados nos games. Na sequência, os pagamentos recebidos podem ser usados para comprar jogos e mercadorias.

O desenvolvimento dos jogos baseados nessa tecnologia pode exigir um pouco mais de esforço, mas alguns deles já devem ser lançadas em 2019.

5. A disrupção continua

Muitos líderes e profissionais consideram o blockchain e a criptomoeda conceitos intercambiáveis e, além disso, tendem a se manter distantes por conta da volatilidade do mercado. Porém, a falta de clareza sobre o tema não pode impedir o movimento de disrupção.

Para que a adoção da tecnologia aconteça, é essencial que primeiro seja feita uma disrupção mental. Ou seja, as diferenças entre o blockchain e a criptomoeda, bem como as possibilidades da plataforma fora das transações financeiras precisam estar claras. Somente assim os profissionais terão segurança para incorporar as ferramentas disruptivas em sua estratégia.

A tecnologia pode mudar e impulsionar a transformação digital de vários setores, sendo o setor bancário um dos mais significativos. Para as indústrias de transporte e cadeia de suprimentos, o uso da plataforma também é muito promissor.

Possivelmente, quando a tecnologia se tornar mais popular novos usos e aplicações serão identificados. Logo, empresas de outras áreas também irão apostar na disrupção com a plataforma.

A tecnologia para o mercado financeiro tende a melhorar muito com as ferramentas emergentes. É possível melhorar os processos e oferecer serviços com qualidade muito superior ao investir em IA e chatbots, por exemplo. Vale lembrar que tão importante quanto aderir às novas ferramentas é fortalecer a segurança da informação.

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Equipe Cedro

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