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Robô de investimento: como eles ajudam a montar a sua carteira de ativos?

Montar uma carteira de investimentos com potencial para ganhos expressivos já não demanda mais de um consultor financeiro. Isso mesmo! Agora, é possível recorrer a robô de investimento. No entanto, por ser uma novidade no mercado de capitais, ainda existem muitas dúvidas por parte de traders acerca dessa opção.

E este artigo procura sanar as principais questões a respeito dessa oportunidade. 

O que é um robô de investimento?

É considerado um robô de investimento todo tipo de tecnologia de automação de investimentos. Ou seja, que faz o trabalho de um consultor ou gestor humano que cria e gerencia carteiras. 

A proposta da nova tecnologia é aproveitar esses recursos trazidos pela transformação digital no mercado de capitais para criar uma carteira de investimentos diversificada e ideal para cada situação. Considerando o perfil e os objetivos do investidor, são descobertas as opções mais interessantes para ele. 

Dessa forma, como é algo automatizado, segue constantemente procurando as melhores opções de rentabilidade. 

Basicamente, os robôs fazem o cadastro, identificam o perfil do investidor e sugerem aplicações. Já os profissionais das empresas desenvolvedoras desse recurso realizam escolhas dos ativos que farão parte dos fundos e carteiras, além de ficarem responsáveis pelos algoritmos da ferramenta. 

Como os robôs funcionam na prática?

Através de inteligência artificial (IA), os robôs analisam aspectos do investidor como tolerância ao risco, objetivos e outras variáveis para traçar as melhores estratégias de investimento. Detalhes como o mercado financeiro e a conjuntura do país também são avaliados. 

E isso vale não apenas para os primeiros aportes, mas inclui também o rebalanceamento do portfólio.

Considerando todos esses aspectos, a tecnologia automatiza os investimentos. Os cálculos são feitos em tempo real, em busca das melhores oportunidades. E os robôs continuam permanentemente aprendendo, o que é ótimo para a obtenção de análises sempre completas.

É possível até mesmo o resgate de aplicações quando condições estabelecidas são alcançadas.

Cada etapa é programada por profissionais, mas o uso de robôs agiliza muito todo o processo e diminui o risco de falhas humanas.

Vantagens e riscos do uso de robô de investimento

Por ser algo novo, o uso de robôs de investimento na gestão de carteira de investimentos é algo que ainda causa dúvida. No entanto, avaliando prós e contras, é simples entender o motivo pelo qual essa tecnologia tem conquistado espaço.

Vantagens do uso de robôs de investimento

Recorrer a robôs é um modo inteligente de investir porque simplifica a busca por rendimentos mais atrativos, tanto no caso de investidores iniciantes quanto experientes. 

Estima-se que o patrimônio gerido por robôs atualmente no Brasil já ultrapasse R$ 1 bilhão. E especialistas apontam que há oportunidades para que essa ferramenta seja melhor aproveitada. Ou seja, é um campo vasto para participação de novos players, aprimoramento da concorrência e conquista de novos clientes.

Outro aspecto interessante é o baixo custo propiciado na gestão de recursos, já que esses robôs não demandam ambientes físicos. 

Tem mais atrativos. Por meio de sites e aplicativos, o investidor consegue acessar informações de modo transparente, prático e cômodo. 

Também é fácil fazer alterações em investimentos, caso o cliente assim decida. Acompanhar as decisões tomadas por meio dos robôs inclusive ajuda o investidor iniciante a aprender mais sobre o mercado de capitais, por exemplo.

E esses são apenas alguns dos benefícios que a tecnologia oferece atualmente para este setor. 

Riscos do uso de robôs de investimento

Um dos riscos a ser considerado é o do próprio investimento. Se a aplicação for em CDB (Certificado de Depósito Bancário), por exemplo, ele é coberto pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito). 

No entanto, mesmo que o robô faça avaliações em tempo real, oscilações rápidas de mercado fazem parte do próprio cenário de alguns investimentos. Os robôs farão movimentações sem considerar emoções na gestão de recursos, o que pode levar o investidor a uma percepção de que a ação não foi a ideal e eventualmente reduzir a possibilidade de ganhos.

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