O Ambiente Disruptivo como facilitador nas organizações

23 / 05 / 2018

Constantemente, o mundo passa por transformações, principalmente, devido à era digital. Exigindo das empresas um processo contínuo de melhorias e inovações, a fim de acompanharem esse novo momento. Mudanças que afetaram diretamente a forma de lidar com o cliente, a metodologia de trabalho e a maneira de se relacionar.

Com tantas exigências e novas demandas, os profissionais buscam organizações que proporcionem, além de recursos e ferramentas necessárias para a realização de suas atividades, ambientes interativos, que os ajudem a desvendar esses desafios atuais, através de constantes aprendizados e experiências multidisciplinares, que agregam na forma e visão de trabalho.

É inevitável que o ambiente seja influenciado pelas estruturas e estratégias. O que afetará diretamente na forma como as pessoas se posicionam e enxergam suas demandas de trabalho. Por isso, é importante dar essa abertura para o colaborador opinar abertamente sobre melhorias e construções no seu ambiente de trabalho para facilitar seus próprios processos e forma de trabalhar.

Além disso, o ambiente pode servir para motivar os colaboradores, fomentar a criatividade e inovação. Pois, quando se torna um lugar acessível para o aprendizado e crescimento, pode gerar um envolvimento maior nos projetos e atividades.

Pensar em um local mais descontraído vai muito além de ambientes coloridos e diversificados. Trata-se de lugares participativos, que proporcionem experiências entre os colaboradores e aprendizados constantes em prol do crescimento da equipe e de cada profissional. Além disso, é cada vez mais presente os perfis inovadores, pois as pessoas estão cada vez mais buscando ressignificar sua forma de atuação, envolvendo-se em projetos além das suas atividades corriqueiras, trazendo assim, seus valores e construindo uma marca interna.

Muito mais que uma cultura, um espírito inovador

Não é novidade que para adquirir um conhecimento de forma eficaz, o ambiente propício é fundamental para facilitar esse processo de ensino-aprendizagem. E nas organizações não é diferente. Devido à alta competitividade, as empresas têm como fator diferencial, o desenvolvimento e adoção de práticas que fomentem o potencial inovador de cada funcionário.

Não basta só a empresa criar locais e culturas revolucionárias e que pensem fora da “caixinha”, os seus colaboradores precisam partir do mesmo pressuposto. Buscar a inovação constante, pensar além do óbvio, problematizar hipóteses nunca questionáveis.

Trazer um conceito que o resultado não é apenas organizacional, mas individual de cada colaborador. Tornando-os donos do negócio como um todo, o que pode instituir um espírito inovador.

Mas, o líder tem um papel ímpar nesse processo como um todo. Além de ser o propagador dessa cultura, deve conhecer muito bem seu time para melhor incentivá-los e desenvolvedor as melhores competências para passar por essa fase desafiadora que toda organização está vivenciando.

Com um ambiente disruptivo, as organizações passam a vivenciar uma nova visão de trabalho, que outrora era vista como algo alienador e impositivo, agora, como um local que facilita o desenvolvimento das atividades do colaborador, constrói um espírito voltado para a inovação e empreendedorismo e torna-se uma estratégia de produtividade.