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Saiba como medir o ROE e por que ele é essencial para empresas

O ROE, sigla em inglês para Retorno sobre Patrimônio Líquido, é um indicador essencial para quem deseja evidenciar a eficiência de gestão de uma companhia. Isso porque é útil no momento de mensurar a geração de lucro tanto para o próprio negócio como para investidores. Quer saber mais sobre quais vantagens ele pode trazer a uma empresa? Vale a pena ler este artigo!

Entendendo a importância do ROE

Destinar atenção especial ao ROE é fundamental porque ele vai sinalizar a rentabilidade alcançada por um negócio. Por exemplo, no caso de empresas de um mesmo setor que obtiveram o mesmo lucro durante determinado período, aquela que precisou de menor capital para alcançar o resultado lidou melhor com os recursos disponíveis.

Isso é ótimo porque bons resultados podem ser revertidos em retornos positivos posteriormente aos acionistas.

Além disso, no caso de companhias que obtiveram esses resultados satisfatórios, é possível até mesmo trabalhar a informação em abordagens das equipes de vendas e marketing.

Como calcular o ROE?

O cálculo do ROE é bastante simples de fazer. Basta dividir o lucro líquido nos últimos 12 meses pelo patrimônio líquido do mesmo período. Se preferir o resultado em termos percentuais, multiplique-o por 100.

Por exemplo, um negócio que registrou lucro líquido de R$ 35 milhões e contou com R$ 200 milhões de patrimônio líquido possui um ROE de 17,5%.

Uma observação é que as empresas com ações negociadas em bolsa apresentam balanços patrimoniais e constam nesses materiais de divulgação os dados necessários para o cálculo. 

Agora, embora seja extremamente relevante, o ROE é apenas um dos aspectos a serem notados na hora de pesquisar a respeito da saúde financeira de companhias e a capacidade de crescimento delas. 

Outros detalhes a levar em conta sobre o ROE

Existem variáveis expressivas que é preciso levar em conta ao tratar de ROE. Por exemplo, é importante salientar que o ROE aponta o valor gerado a partir do que é aplicado por acionistas. Não leva em conta capitais oriundos de fontes como empréstimos e financiamentos.

Contar com esse fator se faz necessário porque uma organização pode captar muitos investimentos vindos de acionistas, sinalizando confiança nela por parte do mercado, e ao mesmo tempo deter dívidas. Elas são observadas com atenção por analistas a fim de decidir a respeito de riscos possíveis de modo mais embasado. 

Por isso, no caso de empresas que pretendem informar seus stakeholders sobre ROE, é interessante preparar argumentações que eventualmente contemplem também informações sobre empréstimos e outras fontes de recursos.

Além disso, analistas geralmente fazem uso da taxa Selic na avaliação do ROE, posto que é uma forma de comparativo sobre quanto uma aplicação renderia caso estivesse em renda fixa ou outra aplicação sem ser o investimento na organização que vai receber o aporte. 

E investidores costumam confrontar o ROE de empresas concorrentes antes de decidir em qual fazer aportes, por exemplo. No entanto, evitam negócios de setores diferentes, dado que características de cada segmento devem ser parte da análise dos resultados esperados.

Companhias que abordam o ROE como estratégia de marketing e vendas devem produzir amplo material prevenindo em relação a essas argumentações. 

ROE: diferencial que deve ganhar destaque

De fato, o ROE é um dos principais indicadores a serem levados em conta por uma empresa que deseja se destacar no mercado e atrair investidores. E gestores atentos a oportunidades devem aproveitar esse diferencial como forma de impulsionar sua abordagem a públicos de interesse.

 

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Equipe Cedro

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