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8 tendências de tecnologia para o mercado financeiro

Com a tecnologia para o mercado financeiro, o futuro já está em construção. Ferramentas disruptivas como Inteligência Artificial, chatbots e Big Data, dentre tantas outras, viabilizam projetos de inovação que rompem com os modelos e padrões consolidados. E esse movimento não pode parar.

Às instituições financeiras cabe o desafio de planejar e executar estratégias de modernização dos negócios. Quem não acompanhar o movimento de transformação digital, certamente perderá clientes, espaço no mercado e competitividade.

A hora de fazer acontecer é agora. Quer saber por onde começar? A Deloitte apresentou o estudo Finance 2025: Digital transformation in finance com as principais tendências de digitalização para o mercado financeiro até 2025.

A partir das previsões dele, considerando o que os líderes financeiros estão fazendo hoje, é possível ter noção de quais ferramentas e tecnologias você precisa considerar no planejamento da transformação digital.

Avance na leitura desse texto e saiba como caminhar rumo ao futuro!

#1 Processos automatizados e atuação estratégica

Cada vez mais, as operações financeiras irão receber novas camadas de automatização e tecnologia para o mercado financeiro.

A tendência é que, nos próximos anos, os sistemas baseados em nuvem, a automação e a inovação cognitiva, orientada pela Inteligência Artificial, acelerem a transformação digital, tornando os processos muito mais simples e otimizados e liberando os profissionais das tarefas operacionais.

Ao usar também o blockchain, a velocidade das mudanças deve aumentar ainda mais, de modo que o time ganha tempo e energia para agregar valor aos processos, serviços e produtos.

#2 A automatização por si só não garante sucesso

Nem só de tecnologia para o mercado financeiro depende a transformação digital. Muito além da automação dos processos e transações, os bancos e demais instituições precisam garantir insights de qualidade e atendimento excepcional ao cliente.

Um dos caminhos possíveis é tornar a estrutura da organização um centro de serviços de negócios completo, construído a partir de parcerias com outras empresas.

A combinação de pessoas e tecnologia é o motor propulsor da digitalização dos negócios. Com esse movimento, cada vez mais, as finanças devem orientar também a tomada de decisões nas empresas.

#3 Gerenciamento em tempo real para tomada de decisão

Quando os dados e as previsões podem ser acompanhados instantaneamente, de acordo com a demanda de análise daquele momento, os ciclos tradicionais de avaliação se tornam menos relevantes. Com isso, a tendência é que a distinção entre dados operacionais e analíticos comece a desaparecer.

Certamente, as organizações financeiras precisarão entregar as informações cíclicas, mas os investidores externos também podem exigir o fornecimento de dados de desempenho com mais frequência. Afinal, você pode fazer análises e previsões uma vez por mês ou trimestralmente, mas tudo está acontecendo – e pode ser mensurado – agora, em tempo real.

O fato é que a periodicidade de entrega de dados financeiros costumava ser definida por limitações de tecnologia e processamento de dados. Relatórios eram entregues regularmente, porque essa era a única forma viável de produzi-los. Contudo, essa limitação não existe mais.

Quando hospedadas na nuvem, por exemplo, as informações estão acessíveis a qualquer hora e em qualquer lugar. Desse modo, a periodicidade é dispensável. É possível analisar o dado que você precisa hoje, sem ter que esperar pelo relatório trimestral.

#4 Dados e serviços sob medida para cada cliente

A Deloitte prevê que os clientes poderão fazer consultas de orçamentos, por exemplo, somente com um comando de voz para seu smartphone, sem abrir o app do banco para gerenciar os serviços básicos da sua conta corrente.

A tendência é que, com o tempo, os chatbots aprendam quais tipos de informações de negócios um indivíduo precisa e passem a fornecê-las de maneira proativa.

A expectativa é que a capacidade de resposta assistentes virtuais mantenha um ritmo constante de aperfeiçoamento, visando garantir um autoatendimento preciso, correto e ágil para os clientes.

À medida que a tecnologia para o mercado financeiro avança, os dados nas planilhas também devem ser substituídos por informações visualmente ricas, acessíveis de forma intuitiva e fáceis de usar.

#5 Força de trabalho financeira diversificada

Com a incorporação das ferramentas disruptivas, as instituições bancárias devem começar a avaliar os benefícios da automação em relação à estrutura das suas operações. À medida que a automação facilita também o gerenciamento de custos, as organizações financeiras podem analisar como também como e onde o trabalho é realizado e quais tipos de processos não precisam mais de intervenção humana.

Desse modo, elas poderão observar qual o formato ideal para suas equipes de trabalho. A tendência é que elas sejam formadas por profissionais com competências bastante diferentes das atuais.

Logo, o desafio será criar times dinâmicos e multifuncionais, contando, inclusive, com freelancers, e incentivando a inovação por meio do trabalho colaborativo entre profissionais de finanças, TI e negócios. A contribuição de especialistas em robótica, blockchain e tecnologias disruptivas deve impulsionar ainda mais a transformação digital.

#6 Aplicativos financeiros e microsserviços

Os fornecedores de sistemas ERP já estão usando tecnologias de automação, blockchain e IA em seus produtos. Contudo, a tendência é ir muito além.

A era de ouro da tecnologia para o mercado financeiro está chegando, com aplicativos financeiros e microsserviços que serão integrados ao ERP. Eles prometem reduzir a complexidade e o custo da tecnologia, garantindo a funcionalidade.

Portanto, ter um ERP baseado em nuvem se torna cada vez mais necessário para se manter atualizado, usando os novos recursos e otimizando os processos da organização financeira.

#7 Padronização com o amplo uso de APIs

Alinhar e integrar dados é um dos primeiros desafios a serem vencidos, se você quer garantir os resultados da transformação digital. Não há como promover a inovação em uma instituição onde a análise de dados é impossível por falta de organização e processos.

Para se beneficiar da tendência de padronização com o uso de APIs, priorize a gestão de dados. Convoque os profissionais de TI e finanças para assumir o gerenciamento das informações e garantir a qualidade delas para a análise de negócios.

#8 Para um novo tempo, profissionais com novos talentos

Não adianta investir em tecnologia para o mercado financeiro e manter um time com profissionais que não contribuem para a inovação. Portanto, é fundamental avaliar se os colaboradores têm qualidades importantes, como excelência no atendimento ao cliente, flexibilidade e senso de colaboração, além dos requisitos técnicos para cada cargo. É preciso garantir que o seu time esteja alinhado às mudanças culturais e organizacionais e ao futuro que você está construindo.

Neste momento, as demandas da digitalização do negócio são latentes e o ritmo de inovação está acelerado. Os CFOs podem se antecipar e planejar mudanças ou será difícil se manter competitivo no mercado.

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Rodrigo Santos

Rodrigo Santos

Rodrigo Santos é co-fundador e vice-presidente da Cedro Technologies. Atua desde 2005 no desenvolvimento de sistemas, banco de dados e produtos para o mercado financeiro.

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