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O que são micropagamentos e como sua empresa pode se beneficiar?

Depois que a internet móvel se popularizou e se firmou no mercado, muitas tarefas passaram a ser feitas pelo celular. Foi aí que a infraestrutura para pagamentos móveis se fortaleceu e o enfoque nos micropagamentos virou uma das prioridades dos mercados financeiro e de telecomunicações.

O que são micropagamentos?

Os micropagamentos são processos que permitem o pagamento de pequenos valores com maior agilidade, via dispositivos móveis (ou outros sites online). Eles requerem infraestrutura de telecom que permita oferecer serviços ágeis e com alta velocidade no acesso sem fio à internet.

Na outra ponta, o sistema bancário tem buscado inovar e evoluir, dos atuais ambientes e serviços, usando novas interfaces para internet banking, pagamentos móveis e outros.

Outras tecnologias, como Near Field Communication (NFC, comunicação por proximidade) e Radio-Frequency Identification (RFID), também tentam encontrar seu espaço.

Função social dos micropagamentos

Os micropagamentos cumprem, ainda, uma função social, ao tornar possível que qualquer consumidor pague produtos pela internet — mesmo aqueles que não têm acesso a cartões de crédito, por exemplo.

Em países africanos, como Quênia, Nigéria e Uganda, a ideia chegou há alguns anos. Muitos moradores dessas localidades não têm sequer acesso a contas bancárias. Celulares, porém, estão nas mãos da maioria deles. Essa base instalada permitiu a criação do conceito de pagamento por SMS.

Essa ideia é a avó dos micropagamentos, que somente agora estão se tornando algo mais palpável por aqui. Como os aparelhos por lá são modelos bem mais simples — nada de smartphones cheios de aplicativos — usa-se o SMS, com criptografia, para fazer depósitos e transferências.

Sempre que precisa pagar algo, o consumidor só precisa usar o celular. O pagamento por SMS está disponível até para uma simples compra de vegetais na feira.

Como funcionam

A ideia dos micropagamentos é simplificar o pagamento eletrônico, principalmente de quantias pequenas. É fundamental, como em qualquer operação financeira, que o sistema usado seja confiável, seguro e fácil de usar. Ou seja, além de o método de cobrança ser uma barreira, a interface de usuário também o é.

Outro desafio importante para esse conceito é a privacidade. Quando empresas podem rastrear todas as informações pessoais do usuário, cada transação feita por ele pode deixá-lo apreensivo.

Os micropagamentos são uma experiência única, personalizada, sustentável e com maior valor agregado, além, é claro, de estarem alinhados às novas diretrizes do mercado.

Para usá-los, o vendedor pode ter uma conta com um provedor de micropagamentos, que os coleta, guarda e distribui. O cliente deve ter uma conta com o mesmo provedor, para ter acesso a uma carteira digital. Os pagamentos podem ser guardados até que acumulem um valor específico para serem liberados.

É possível, ainda, implementar um sistema pré-pago. O usuário cria uma conta com o provedor de micropagamentos e deposita um valor nela. Se o vendedor tiver conta com o mesmo provedor, o processo é bastante simples. O PayPal, por exemplo, é um provedor e define micropagamentos como transações de menos de US$ 10.

Principais vantagens

Entre as vantagens do uso de micropagamentos, tanto para vendedores como para clientes, podemos citar:

  • não há limitação de hora e local;
  • permite evitar filas;
  • é mais uma alternativa aos pagamentos em dinheiro;
  • se adapta ao estilo de vida do consumidor;
  • é um sistema rápido e eficiente, que permite agregar valor.

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Paulo Ribas

Paulo Ribas

Head para soluções de mobilidade, seguros e previdência na Cedro Technologies. Possui larga experiência nestas áreas, em relação à tecnologia e às instituições financeiras.