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A importância e as técnicas do back-end no Cadastro Digital

Hoje falaremos brevemente sobre a estrutura de back-end do cadastro digital, um produto Cedro para a Abertura de Contas Digitais.

O que é back-end?

Bem, antes de falarmos como está hoje estruturado o nosso sistema de abertura de contas, precisamos entender os seus fundamentos.

A importância e as técnicas do back-end no Cadastro Digital
O back-end de uma aplicação lida com suas regras de negócios e conversa com o front-end a fim de deixá-lo sabendo somente aquilo que lhe é permitido. É no tão carinhosamente chamado por “back” que ocorrem as autenticações, o upload de arquivos, o diálogo com o banco e tantas outras atividades que permeiam o devido funcionamento de um sistema.
No desenvolvimento de um back é possível a utilização das mais diversas tecnologias. No entanto, para que haja realmente uma conversa, no final das contas, todas devem falar em um idioma universal. Um dos idiomas mais usados na atualidade se chama padrão REST.

API e Padrão REST

A importância e as técnicas do back-end no Cadastro Digital

A API ou Application programming interface (Interface de programação de aplicações) é a parte do sistema responsável pela ponte entre o cliente e o banco, recebendo e tratando as requisições emitidas por cada um.
Já o padrão REST, sigla de Representational State Transfer, se caracteriza por ser um modelo de arquitetura voltado para a comunicação via rede, sendo muito utilizado em um dos principais protocolos de rede: o HTTP, aquele que usamos durante a navegação em sites e outros meios presentes na internet.

Aqui, a linguagem universal segue diretrizes, e uma delas são os métodos HTTP:

  • GET: retorna informações a partir de parâmetros transferidos pela URL.
  • POST: armazena informações, recebidas através do corpo de uma requisição.
  • PUT: atualiza informações. Os dados a serem modificados também se encontram presentes no corpo (body) da requisições.
  • DELETE: exclui informações persistidas (salvas em banco).
  • PATCH: semelhante ao PUT, o PATCH também efetua atualizações em informações já presentes, no entanto enquanto o PUT é recomendado para modificações completas, o PATCH foca naquelas parciais.

JSON

A importância e as técnicas do back-end no Cadastro Digital

Como você pôde ver até então, neste projeto optamos por tecnologias atuais e de ponta. O JSON, portanto, não foge dessas categorias.
Do inglês JavaScript Object Notation, que ao ser traduzido fica: Notação de objeto JavaScript, o padrão especifica então um formato de arquivos iniciado por chaves “{}“ e estruturado através de chaves e valores, acoplando diversos tipos de dados. Como por exemplo: vetores, números e valores booleanos.

O produto e sua estrutura

Sendo um dos mais fortes produtos de uma das parceiras da empresa, o C# juntamente com o .NET foi o escolhido para o desenvolvimento da ferramenta. Com eles fizemos nossas Web APIs e as dividimos em microserviços. Hoje, utilizamos mais de 10 deles.
Os microserviços, por sua vez, compartilham informações através de seus diferentes métodos HTTP, expondo ou não ao front o que e como ele deve tratar os dados em nossa base. E como já dito, essas aplicações são responsáveis também pela implementação e validação das regras de negócios definidas por nossos clientes.
Por fim, por meio do JSON, nossas APIs transmitem as informações que compartilham e repassam o necessário a visão, criando e abrindo contas completamente digitais em corretoras, bancos e grandes companhias do âmbito financeiro. Tudo isso com bastante segurança e qualidade, fazendo jus ao padrão Cedro de qualidade!

 

Esse artigo é a terceira parte da série Cadastro Digital. Confira a parte 1 e a parte 2.

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Cecilia Regina Oliveira de Assis

Cecilia Regina Oliveira de Assis

Programadora apaixonada e ávida por conhecimento, estuda Ruby nas horas vagas. Tem experiência em Java, NodeJS, Angular e Banco de Dados. Atua no mercado desde 2016.